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"Não posso mudar a tonalidade da amargura...
Das pétalas amareladas, Estranguladas por pesados e inesperados passos...
Não posso alterar a turbulência das ondas sufocando a saudade desencontrada...
A palavra desfigurada ...
Distorcida e emudecida pela fragilidade e covardia...
Não posso percorrer caminhos impedidos...
Desviados, mascarados e disformes...
Posso silenciar na madrugada fria e sonolenta...
Aguardando a primavera...
Abraçando sombras no mergulho de sonhos...
Prosseguindo em busca de amor...
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